Antípodas | Antipodes
2015 - 2016

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Jp Accacio | Naoshima, 2015

Políptico com 10 fotografias medindo 17 x 17 cm cada acompanhadas de vídeo

16:9 com 7’42” de duração exibido em looping em tablet 7 pol.

Jp Accacio | Naoshima, 2015

Polyptych with 10 photographs measuring 17 x 17 cm each and 7’42”

16:9 video exhibited on loop on 7 inch tablet.

Jp Accacio | Ajuruteua, 2016

Políptico com 10 fotografias medindo 17 x 17 cm cada acompanhadas de vídeo

16:9 com 3’38” de duração exibido em looping em tablet 7 pol.

Jp Accacio | Ajuruteaua, 2016

Polyptych with 10 photographs measuring 17 x 17 cm each and 3’38”

16:9 video exhibited on loop on 7 inch tablet.

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Antípodas é uma série que compreende fotografias e vídeos gravados com telefone celular durante viagens nos anos de 2015 e 2016.

Antípoda é uma palavra que designa dois pontos diametralmente opostos em termos geográficos, e assim sendo, localidades muito distantes entre si. Antípoda se refere também ao antagônico e, consequentemente, ao diferente.

No ano de 2015, durante uma viagem ao Japão estive na pequena ilha de Naoshima, onde realizei alguns registros de casas e fachadas de construções locais.

Em 2016, durante viagem ao Pará, tive a oportunidade de visitar a pequena cidade de Ajuruteua. Ao caminhar e observar o lugar comecei a constatar semelhanças entre as duas localidades. A despeito da oposição geográfica e cultural me seduziu a possibilidade de enxergar correspondências entre dois mundos tão distantes. Surgiu assim a ideia da junção de ambos os trabalhos numa mesma série.

Os registros em vídeo de deslocamentos realizados no Japão e no Pará são uma forma de aproximar ainda mais esses dois universos antípodes.

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Antipodes is a series consisting of photographs and videos recorded by cell phone during travels in 2015 and 2016.

Antipode is a word that designates two diametrically opposed points in geographical means, and thus, very distant places. Antipode also refers to the antagonistic and, consequently, to the different.

In 2015, during a trip to Japan I’ve been to the small island of Naoshima, where I made some registers of houses and facades of local constructions.

In 2016, during a trip to Pará I had the opportunity to visit the small city of Ajuruteua. When walking and observing the place I began to see similarities between both localities. Despite of geographic and cultural opposition I was seduced by the possibility of finding links between two worlds so far apart. The idea of joining both works in the same series came up right away.

The video recordings of displacements in Japan and Pará are a way to bring these two antipodes universes even closer.