Control Freak é uma paródia aos meios de vigilância presentes na vida cotidiana. Este trabalho discute a ideia de inversão do controle imposto pelos mecanismos de monitoramento audiovisual aos quais somos submetidos diariamente. Um colapso ocorre, e a mesma pessoa é vista simultaneamente em todas as câmeras de segurança de um condomínio fechado. 

 

Ao mesmo tempo em que é filmado o personagem também filma e registra, num movimento de inversão de uma ordem que vem se tornando cada vez mais comum em ambientes urbanos. Essa ação de contra-ataque e resposta funciona também como uma crítica à passividade e resignação do cidadão contemporâneo em meio à uma sociedade dominada por intrusões, violações e falta de privacidade.