TOMADA
em processo | ongoing   

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Jp Accacio | Mímese, 2021

Instalação audiovisual, experimento para TOMADA

Jp Accacio | Mimesis, 2021

Audiovisual installation, experiment for TOMADA

Jp Accacio | Jardim-Cemitério, 2021/22

Objetos vivos, experimentos para TOMADA

Jp Accacio | Cemitery-Garden, 2021/22

Living objects, experiments for TOMADA

Jp Accacio | Reflorestamento, 2022

Vídeo, experimento para TOMADA

Jp Accacio | Mimesis, 2021

Video, experiment for TOMADA

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Jp Accacio | Vegetavivo, 2022

Peça gráfica, experimento para TOMADA

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Jp Accacio | Vegetalive, 2022

Graphic piece, experiment for TOMADA

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Jp Accacio | Estudos para Reflorestamentos Urbanos, 2022

Fotografia e arte digital (em programação), experimento para TOMADA

Jp Accacio | Studies for Urban Reforestation, 2022

Photography and digital art (under programming), experiment for TOMADA

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Jp Accacio | ANIMAL - VEGETAL, 2022

Placa de neon e peça sonora transmitida em looping. Experimentos para TOMADA

Jp Accacio | ANIMAL - VEGETAL, 2022

 Neon sign and sound piece broadcasted on loop. Experiments for TOMADA

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TOMADA | Laboratório Experimental Vivo

 

TOMADA é um Laboratório Experimental Vivo e transmídia, baseado em pesquisas, experimentos e reflexões envolvendo tecnologias humanas e naturais e idealizado a partir do cruzamento entre minhas práticas artísticas abrangendo mídias e tecnologias, e novos estudos sobre o universo dos vegetais e da natureza em geral.   

 

Este projeto se desenvolve apoiado em experimentos que exploram os conceitos de vida e morte, especificamente em relação à vida vegetal e à morte das mídias e tecnologias humanas. Pensado a partir do universo das plantas, o título da pesquisa alude ao ato de tomar, invadir e ocupar. Já para as tecnologias criadas pela humanidade, se refere ao nome que damos ao dispositivo elétrico onde ligamos nossos equipamentos. Sem ela, tudo se desliga. Outras vivências surgem. 

 

TOMADA pode ser uma instalação de arte mas também pode vir ao mundo sob formas e sistemas diversos e estar em espaços físicos ou virtuais. Não há geografias ou fronteiras definidas. Como uma floresta, seu conteúdo pode se espalhar de forma ampla e abrangente, a partir de qualquer meio, mídia ou suporte disponíveis. A experimentação também se dá na maneira em que o projeto acontece.

 

Em sua versão instalativa, o trabalho é composto por uma “Árvore Elétrica” cercada por “Jardins-Cemitério”.

 

A primeira é uma estrutura construída modularmente, tendo como inspiração a arquitetura das árvores e a organização celular dos vegetais. Em seus nichos ela abriga uma série de equipamentos eletrônicos de épocas distintas acompanhados de plantas de variadas espécies que se desenvolvem e crescem ao seu redor. Estes equipamentos estão interconectados, se comunicam e transmitem e registram conteúdos diversos advindos das pesquisas que tenho realizado. A montagem e conexão destes dispositivos também é pensada em analogia às estruturas de elementos naturais, e alguns deles funcionam de modo interativo.

 

Ao abrigar em sua denominação duas ideias usualmente opostas, o que ocorre nos “jardins-cemitério” é o uso de carcaças, circuitos e interiores de equipamentos eletrônicos sucateados como berços para o nascimento e criação de plantas que ali se desenvolverão.   

 

Existência voltada à produção e não ao consumo, estruturas descentralizadas e não-sistemáticas, desenvolvimento modular onde a divisão multiplica e não o contrário, comportamento coletivo e cooperativo, baixo consumo de energia, comunicação em rede, adaptação ao meio ambiente, relações temporais singulares e ordenamentos radicalmente opostos aos humanos são alguns dos atributos tecnológicos das plantas.

 

TOMADA incorpora e propaga estas ideias através das experiências e vivências advindas da observação e convívio com a obra.

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TOMADA | Experimental Living Lab

TOMADA is a transmedia Experimental Living Lab, based on researches, experiments and reflections gathering human and natural technologies and conceived from the intersection between my artistic practices covering media and technologies, and new studies about the vegetal realm and nature in general.

 

This project develops itself over experiments exploring life and death concepts, specifically in relation to the vegetal life and the death of human media and technologies. From the perspective of the plants, the title of the research implies in the act of taking, invading, and occupying. As for the technologies made by humankind, it refers to the name, in portuguese, we give to the electrical device where we plug in our equipment. Without it, everything shuts down. Other experiences arise.

 

TOMADA can be an art installation, but it can also take place in different forms and systems and happen in both physical or virtual spaces.There are no geographies or definite borders. Such as a forest, its content can spread widely, from any available medium, media or support. Experimentation also takes place in the way the project occurs.

 

In its installation version, the work is composed of an "Electric Tree" surrounded by "Cemetery-Gardens".

 

The first is a structure built in modules, inspired by the architecture of trees and the cellular organization of plants. In its niches it houses a series of electronic equipment from different ages alongside plants of diverse species growing around them. These equipments are interconnected, they communicate, transmit and register different contents, originated from the researches I have been carried out. The assembly and connection of these devices is also thought in analogy to the natural elements’ structures, and some of them work interactively.

By housing two frequently opposite ideas in its name, what happens in each "Cemetery-Garden" is the use of carcasses, circuits, and the insides of electronic equipment waste as cribs for the birth and breed of plants that will grow there.

Existence focused on production rather than consumption, decentralized and non-systematic structures, modular development where division multiplies and not the opposite, collective and cooperative behavior, low energy consumption, networked communication, adaptation to the environment, unique temporal relations and arrangaments radically opposed to those of humans are some of the technological attributes of plants.  

 

TOMADA embodies and spreads these ideas through the experiences arising from the observing and livingness with the artwork.